CRAS PROMOVE ENCONTRO ESPECIAL COM MULHERES DURANTE O AGOSTO LILÁS

A Prefeitura de Ibiá realizou, no dia 19 de agosto, no CRAS, uma tarde especial dentro da programação do Agosto Lilás, campanha dedicada à conscientização e ao enfrentamento da violência contra a mulher.

Com o tema “Você não está sozinha”, o encontro reuniu mulheres para um momento de informação, reflexão, acolhimento e troca de experiências. A programação contou com palestra, dinâmica em grupo e orientações sobre a importância de reconhecer situações de violência e buscar ajuda.

As atividades foram conduzidas pelas psicólogas do CRAS Rúbia Avelar e Micaela Basílio e pela assistente social Ana Cláudia. Durante as falas, as profissionais abordaram diferentes formas de violência contra a mulher, a importância da rede de apoio e a necessidade de romper o silêncio diante de situações de agressão, ameaça, constrangimento ou abuso.

Um dos momentos mais marcantes da tarde aconteceu durante a participação do público. Mulheres presentes compartilharam experiências e deram depoimentos emocionados, transformando o encontro em um espaço de escuta, identificação e acolhimento.

A secretária municipal de Assistência Social, Kassileia, destacou a importância de criar oportunidades para que as mulheres tenham acesso à informação e saibam que podem procurar ajuda. “Quando promovemos um encontro como este, queremos que cada mulher saia daqui sabendo que não está sozinha e que existem profissionais e serviços preparados para acolher, orientar e ajudar. Muitas vezes, a informação é o primeiro passo para que uma mulher consiga reconhecer uma situação de violência e procure apoio. Foi uma tarde muito especial, principalmente pela confiança das mulheres que compartilharam suas histórias conosco”, afirmou Kassileia.

Além das atividades, foi servido um lanche às participantes, proporcionando também um momento de convivência e aproximação entre as mulheres e a equipe do CRAS.

A programação do Agosto Lilás chama a atenção para uma mensagem essencial: o silêncio contribui para a continuidade da violência, enquanto informação, acolhimento e acesso aos serviços podem ajudar mulheres a romper ciclos de agressão.

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