IBIÁ PRESENTE NO II SEMINÁRIO NACIONAL DE DIREITO DO PATRIMÔNIO CULTURAL EM OURO PRETO

   Participação destaca o compromisso do município com a preservação e valorização do patrimônio histórico e cultural

 

No período de 05 a 07 de novembro, a Casa da Cultura de Ibiá participou do II Seminário Nacional de Direito do Patrimônio Cultural, realizado na histórica cidade de Ouro Preto (MG). O município foi representado pelo coordenador de cultura Dr. Marcos Vieira e pela Técnica de Patrimônio Andréia Couto, levando o nome de Ibiá a um dos mais importantes encontros jurídicos nacionais sobre proteção e gestão do patrimônio histórico e cultural.

O evento reuniu cerca de 600 participantes de diversas regiões do Brasil e também do exterior, entre pesquisadores, gestores, juristas e representantes de instituições culturais. A abertura foi conduzida pelo Ministro ibiaense Afrânio Vilela, que proferiu uma palestra sobre o tema central do seminário, reforçando a relevância do debate sobre o direito e a salvaguarda do patrimônio cultural brasileiro.

O encerramento ficou a cargo do Ministro Herman Jardim, Presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Durante o seminário, Ibiá apresentou dois banners expositivos com os temas “Quilombo do Ambrósio” e “Antiga Charqueada”, elaborados pela Secretaria Municipal de Cultura e Turismo. Os trabalhos chamaram a atenção dos visitantes e receberam diversos elogios pela qualidade do material e pela importância histórica dos temas abordados.

A participação de Ibiá reforça o compromisso da atual gestão em valorizar e divulgar o patrimônio cultural e histórico do município, colocando-o em evidência em eventos nacionais de grande relevância — a exemplo da recente exposição de produtos locais realizada no Rio de Janeiro.

Dr. Marcos Vieira, coordenador de Cultura, ressaltou: “Discutir juridicamente o patrimônio cultural é fundamental para garantir sua preservação efetiva. A legislação é o alicerce que sustenta as ações de proteção, e eventos como este aproximam o poder público, a academia e a sociedade civil na construção de políticas mais sólidas. O patrimônio inventariado precisa de respaldo legal e institucional para que continue a existir como expressão viva da nossa história e identidade.”

De acordo com a técnica de Patrimônio, Andréia Couto, “o que mais me chamou a atenção foi perceber que, apesar da diversidade cultural e regional, todos os estados enfrentam desafios muito semelhantes quando o assunto é preservação do patrimônio. A falta de recursos, de mão de obra especializada e, principalmente, de conscientização da sociedade são dificuldades comuns em todo o país. Essa troca de experiências reforça a importância de continuarmos lutando pela valorização e proteção da nossa memória histórica.”

Compartilhe nas redes sociais
Facebook
Twitter
LinkedIn
Telegram
WhatsApp
Email
Acessar o conteúdo